wrah wrah wrah

2009 Outubro 8
by Leandro CP

Darwin. As fotos vão esperar mais uns dias porque a internet lá de casa tá com a velocidade reduzida até virar o mês no dia 12.

Foi uma boa pausa – não uso a palavra descanso porque, sabem como é, bebe-se muito e dorme-se pouco.

Pra uma cidade em que não se deve entrar no mar, eu passei muito tempo dentro d’água. Não tem muita opção quando é tão quente e úmido. Meu albergue tinha piscina, o albergue das gurias tinha piscina, fomos na piscina de ondas num dia, numa outra piscina pública no outro… E no dia restante, segunda-feira, fiz um passeio em excursão até o Litchfield National Park – cujas maiores atrações são as piscinas naturais e cachoeiras.

Pena que esse passeio foi meia-boca. Acho que escolhi mal a operadora, mas era a única que fazia a excursão na segunda-feira, dia que escolhi como o ideal entre os quatro que eu tinha. Era um bus de dois andares cheio de velhos. Não falei com ninguém o dia inteiro. Saímos às 7:15 da matina, mas só deu pra finalmente cair na água às 13:30, embora o parque nem fosse tão longe da cidade. Ficamos nessa mesma lagoa por uma hora e meia, e foi só isso de natação. Os outros pontos a gente só ficou olhando de longe. Palha.

As única atrações que tive tempo de ver em Darwin mesmo (sem sair da cidade) foram o museu e o BRIQUE de Mindil Beach.

O museu eu menosprezei: cheguei lá só meia horinha antes de fechar (e ainda fui corrido dez minutos antes da hora, que ódio disso). Vi coisas legais com pressa e mesmo assim nem consegui chegar perto de certas sessões.

Já Mindil Beach é a única praia em que tu atééé meeeio que pode entrar no mar, mas ainda há risco, então ninguém entra. Mas nas quintas e domingos, na beira da praia, montam barracas com todo tipo de artesanato, e também de comida. É bem popular e rola um belo pôr-do-sol. O melhor era uma banda, digo, uma DUPLA fazendo um som muito louco; um cara mandando ver em 4 ou 5 didgeridoos (um equivalente de aborígene australiano ao BERRANTE, pra quem não sabe) ao mesmo tempo, ligados nuns PEDAIS, e um baterista FODEROSO, com um kit gritantemente heterodoxo, que ainda achava coordenação pra ativar uns efeitos sonoros eletrônicos via pedais. Em alguns momentos tinha um certo TEOR de HIPPIE do PSY no ar, mas não exatamente no SOM.

Falando em aborígene, outra nota é que, rapaz, como tem aborígene em Darwin. E, rapaz, me desculpa, mas QUE POVINHO BEM FEIO. Pronto, falei.

Em Darwin também é difícil de escapar do sol, e acabei até pegando uma cor sem querer querendo.

Última observação desconexa: ao contrário do que eu imaginei, tudo é um pouco mais CARO em Darwin. Não entendi.

Passei quase o tempo todo com a Gemma, e com a amiga dela, a Mel. Conheci essas duas há alguns meses. Elas acabam de se mudar pra lá, meio aleatoriamente, pra descolar uns empregos e ver o que acontece.

Voltar não foi legal.

Ainda mais com o frio que anda fazendo por aqui.

8 Respostas leave one →
  1. 2009 Outubro 8

    heterodoxo

  2. 2009 Outubro 8
    Leandro CP permalink

    inortodoxo não existe?
    bom, heterodoxo é mais garantido mesmo, valeu.

  3. 2009 Outubro 8

    Qual o risco de entrar na água? Tubarões?

  4. 2009 Outubro 9
    Leandro CP permalink

    opa, é que eu tinha descrito no post anterior. não, lá o perigo são os CROCODILOS DE ÁGUA SALGADA e as CARAVELAS FATAIS.

  5. 2009 Outubro 9
    MiltonRP permalink

    Bom retorno à rotina. São, salvo e cansado. Hehehe.
    Bjs

  6. 2009 Outubro 9

    Que bom que tu aproveitou.

    Só uma pena que o MOTTO não funcionou.

    lajksdkla

  7. 2009 Outubro 20
    sophia permalink

    quero ver nas fotos a legenda “q povo mais feio, pronto falei”!

  8. 2009 Outubro 20
    Fortbridge permalink

    acabei não fotografando os ABBOS! heh.
    as fotos já estão no picasa, aliás. link na coluna da direita do blog. =>
    -nego

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