get off my paint
Não sou um fanático por esportes, apenas torço pelos times que escolhi. E ainda assim, um torcedor do tipinho conveniente, que só acompanha de perto mesmo nos tempos bons, nos jogos importantes. Admito.
Foi por isso que esse ano eu voltei a acompanhar a etapa final dos play-offs da NBA, depois de várias temporadas: o Orlando Magic, time que conquistou minha simpatia lá por 1994, estava indo bem. Quando eles passaram pelos Boston Celtics – campeões de 2008 – eu pensei “opa, peraí” e comecei a ver os jogos.
E então venceram também o Cleveland Cavaliers, outro grande favorito, do superastro LeBron James, e assim chegaram às finais contra o Los Angeles Lakers.
Hoje, perderam a série, por 4 a 1.
Lakers mereceram ganhar, sem dúvida. Em momentos chave, enquanto o Magic fazia cagada, o time de LA soube atuar sob pressão e ser eficaz. Aliás, foi interessante notar como assistir a um jogo de basquete me deixa bem mais nervoso do que um de futebol. São muitas reviravoltas e, especialmente nos minutos finais de uma partida, cada erro pesa muito e tem punição imediata. Empate não há.
Eu tinha até resolvido comprar uma bela camisa do Orlando. Ia fazê-lo pelo site oficial, pra poder escolher a do Lee (jogador de menor destaque mas que encaixa com meu apelido aqui) e um tamanho de pessoa normal (provei o “small” dos números adultos, o menor que se encontra nas lojas daqui, e ainda ficou grande em mim). Mas me confundi todo com a história do youth size e acabei comendo mosca: agora não tem mais camisa do Lee disponível. Se ressurgir eu até vou em frente com a compra.
Enfim, eu tava dando uma olhada no NBA.com agora há pouco, depois do último jogo (que não pude ver). Apesar de todo o site estar bem atualizado, ainda tinha essa enquete no ar: quem vai ganhar o jogo 5 das finais?
A graça está no CLINT EASTWOOD TOTALMENTE SEM SENTIDO ali no canto do frame. Não, não era um link. Passar o mouse por cima também não causava nada. Era apenas a imagem do mestre.
