dance to the radio
Muito bom o filme Control, que conta a história de Ian Curtis e, por tabela, do Joy Division. Realmente dá uma idéia do quão especial essa época foi pra música do século XX. Acho muito afudê todo o lance da Factory, o show do Sex Pistols em Manchester no dia 4 de junho de 1976 pra umas 40 pessoas (aka “the gig that changed the world”) que inspirou a criação de várias outras bandas “seminais” (ok, Simply Red acho que não dá pra chamar de seminal), aquele movimento nascendo, bandas amigas conquistando o mundo… Fico imaginando o tesão e o orgulho de ter vivido tudo isso.
As atuações são boas, o sotaque é trimassa, e os atores ainda tocam pra valer as músicas da banda – algumas das quais eu não conhecia e acabei achando interessantes. Assim que acabou o filme, comecei a baixar coletâneas do Joy Division e do New Order, e me perdi em uma dúzia de abas abertas no Wikipedia, devorando informações sobre essas e outras bandas da cena, seus discos e cada um dos integrantes envolvidos. Deve ser um sinal de que o filme cumpre seu propósito.
Curioso é ouvir o The Best of New Order descobrindo só agora o nome de faixas que conheço muito, muito bem (graças ao já descrito fenômeno da osmose musical pré-adolescente).
Já viu o 24-Hour Party People? A história é a mesma, mas focando menos no Ian Curtis e mais no GLOBAL da cena de Manchester.
É um dos filmes mais engraçados de todos os tempos. STEVE COOGAN, maior ator vivo. A parte em que os Happy Mondays pegam o dinheiro da gravação do disco e vão pra BARBADOS CHEIRAR CRACK detona.
já vi sim. inclusive linkei um trecho no post.