lately

2009 Dezembro 18
por Leandro CP

Teve show do Green Day sexta passada e foi trimmmassa. Grande ESPETÁCULO DE SOM E LUZ. Por algum motivo não imaginava que essa banda seria tão boa assim no MANUSEIO de uma arena cheia. Mas tão sabendo muito. Vida longa a Billie Joe. E a Mike Dirnt e Tré Cool também. Aliás, consegui pegar uma baqueta assinada do TRÉ no final, aplicando técnicas de rebote que aprendi com DENNIS RODMAN. Na verdade eu acho que a assinatura é “impressa”, é uma Zildjian Artist Series. Mas enfim. Um cara me ofereceu 50 dólares por ela, but I said no, no, no.

Quem abriu foi o Jet, o que eu não sabia até o dia do show, boa surpresa. Show curto, direto e reto.

Fotos da noite no Picasa como de costume, e também montei um videozinho tosco de melhores momentos:

Na semana anterior, dia 5, eu fui ver Mono de novo (a primeira vez foi em agosto de 2007, no mesmo Manning Bar). E é curioso como shows podem ser experiências completamente opostas e mesmo assim igualmente recompensadoras. Comparando com Green Day, quero dizer. Os caras da Mono vão ali, montam seus próprios instrumentos, tocam sentadinhos à meia-luz com guitarras TODAFIADASPUTA, e sai algo belíssimo e comovente. O único “luxo” era o GONGO do baterista, que foi atingido exatamente UMA vez na noite.

Um ótimo bônus foi a primeira banda de abertura, um trio chamado The Dead Sea. Tentarei acompanhar.

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Quanto ao resto dessa VIDALÔKA, tá tudo bem. Melhor ainda a partir de amanhã, quando vou pra Tailândia por duas semanas. Peguei emprestado o mochilão do Titanic (valeo) e vou improvisar afu. Digo, já sei a rota que quero seguir, e tenho um voo doméstico comprado de Krabi a Ko Samui no dia 26, mas nada de acomodação reservada. Quero ter a flexibilidade pra poder acompanhar boas pessoas que eu porventura conhecer no caminho. Espero que a ideia não ME MORDA NO TRASEIRO. Afinal, é altíssima temporada, e é bem possível que eu termine peregrinando pra achar vaga, em alguns lugares. Se for o caso, azar. “Tudo que acontece é bom”. Exceto se meter com travecos (estou ciente).

Vai ser estranho no Natal: pela primeira vez vou passar a data sem nem amigos (de verdade) por perto. Também deixarei o celular em Sydney, então nem vai rolar aquele alô. Mas estarei pensando na rapeize, sintam A VIBE. Feliz Natal aê.

E valeu, COSMOS, por mais um ano bom. Obrigado a todos os envolvidos.

Soa batido, mas TODO MUNDO tá sentindo que 2010 vai ser excelente – inclusive eu. Vamo que vamo. Até lá.

that’s how it ends

2009 Dezembro 2
por Leandro CP

From: Moça estonteante
Sent: Tuesday, 1 December 2009 3:36 PM
To: Apenas um rapaz latino-americano de bigode

Cool bananas.
I sneakily and very naughtily have one earphone in listening to my ipod. Oh so rebellious!
While you are bludging-maybe you should look up The XX

Apenas um rapaz latino-americano de bigode
01/12/2009 03:53 PM
To: Moça estonteante

Oh yeah, I will.
You have another iPod? Lol. Well I have two as well actually.

That reminds me of another funny bit Friday night. Not sure if you’ll remember but we sat down near the NSW Library and your iPod fell off your purse (or maybe you threw it out, I’m not sure).
I was like “heyyy your iPod” and you were like “SO WHAAAAT, IT’S JUST AN IPOOOD!”, and I’m like “yeah right”, picked it up and put it in my pocket – as you kept protesting (“NO! IT’S JUST AN IPOD!”).
Then the funny part: you noticed your red OINTMENT TUBE or whatever had fallen as well and you jumped at it, going like “OH, MY OINTMENT!”.
Hahsahgdhj.

Sent: Tuesday, 1 December 2009 3:48 PM

Yeah the paw paw stuff is VERY important!!
I was wondering where that ipod had gone!

01/12/2009 04:06 PM

See?? You’re welcome! :P
But I told you that I had it… I SMS’d you the same night when I got home and realised it was still on me.

Excuse my ignorance, but what is that stuff (paw paw) for??

Sent: Tuesday, 1 December 2009 4:03 PM

Its magical-I use it on my lips. But the tube says its good for:
Boils, burns, chafing,cuts,cracked skin,gravel rash,splinters,open wounds, insect bites and nappy rash.
What are you doing tomorrow night after work? I’ll have to grab my ipod off you.

01/12/2009 04:20 PM

But it’s just an Ipoooood! Lol

I think I’ll be free. Wanna grab a quick drink over it? Maybe at that Woolloomooloo pub to make it easier for you?

Sent: Tuesday, 1 December 2009 4:24 PM

I already have a plan in motion..Can you make it to martin place by 6-30pm?

01/12/2009 04:33 PM

Hmm, I don’t think I can.
Wanna grab it another night then?

Sent: Tuesday, 1 December 2009 4:27 PM

Ok, You’re loss. I was going to invite you to a xmas party. Free booze and food.
Another time.

01/12/2009 04:36 PM

Well then invite me.

Sent: Tuesday, 1 December 2009 4:30 PM

I Just did and you said you can’t make it and to get my ipod another time!
Too slow kiddo. Another time.

01/12/2009 04:41 PM

No, you told me you had plans and asked whether I could come to Martin Place to hand it to you. That’s courier work.
If you had invited me, different story.
But I don’t want to be invited just because of an iPod anyways, so nevermind!

I just checked out The xx’s Myspace. Not bad. They have a nice cover version of a song a used to like, “Teardrops”.

Sent: Tuesday, 1 December 2009 4:38 PM

You have the complete wrong impression and I don’t appreciate being told I treated you like a courier. I never said I had plans, I said I had A plan in motion for us. i.e the xmas party.
BUT you’re right-Never mind. Send it to my office please.

01/12/2009 04:48 PM

“A plan” and “plans” makes no difference because you never said “for us”.
I’m not sending it to your office, geez. I’ll give it to you personally, don’t worry.

Sent: Tuesday, 1 December 2009 4:43 PM

I don’t think you get what I’m saying, I don’t want you to hand it to me personally now.
Address is below. Thanks

01/12/2009 04:54 PM

That’s not gonna happen. If I’m suddenly so disgusting, tell Glenn that I can meet him and give it to him.

Sent: Tuesday, 1 December 2009 4:48 PM

OK

that’s how it starts

2009 Novembro 26
por Leandro CP

Moça estonteante: Hi! I was talking to my husband over there and he went to the toilet so I thought I’d come chat with you since you’re by yourself and because I think you’re cute!
Apenas um rapaz latino-americano de bigode, incrédulo: Why thank you, you’re very cute too. Sorry, did you say that was your husband?
- Husband. Yeah.
- Oh ok…

[Imagino a iminência de um CONVITE PARA THREESOME, mas a conversa prossegue em brandos assuntos introdutórios]

- So is that where you met your husband or…
- Husband?? No, that’s my HOUSEMATE!
- OOOOOH. I heard you say husband! Twice!
- Nooo, no. My housemate. I’m too young for that!
- Well I’m not here to judge…

[Conversa prossegue, agora em OUTRO CLIMA]

masculinidade sem precedentes

2009 Novembro 16
por Leandro CP

Uma coisa que eu admiro no povo australiano é a cara de pau o senso de humor pra inventar diversas desculpas pra se divertir. Desculpas que PEGAM, se firmam, viram TRADIÇÃO.

Cricket é uma desculpa pra ficar bebendo por cinco dias seguidos: FATO. Melbourne Cup é uma desculpa pra se vestir chique, matar pelo menos meio dia de trabalho por imposição da população e apostar em cavalos como se jogo não contasse como um vício (imagina um dia em que todo mundo para pra FUMAR, hshgh). E agora temos o MOVEMBER, a desculpa que faltava pros homens de bem deixarem um bigodão por pelo menos um mês, sem sofrer (maiores) represálias sociais e quiçá até recebendo EMANAÇÕES de admiração de quem porventura achar que tu estás de fato angariando doações pra causa que está por trás.

A saber, a causa que está por trás é elevar a conscientização sobre problemas de saúde masculinos, sobretudo o câncer de próstata. O sutil gancho liga a figura do machão de bigode à noção machista de guardar os probleminhas pra si até virarem problemões – que é o comportamento que se quer combater. Quem participa DE VERDADE se registra no site e aceita doações (PATROCÍNIO do bigode) que são repassadas pra certas instituições relacionadas. Mas a maioria tá nessa só pelo arreganho mesmo. Digo, pela “conscientização”.

Segundo o site, a ideia surgiu em Melbourne em 2003, e desde então se espalhou pelo mundo todo – ou melhor, por vários países de língua inglesa, que são os que podem tirar proveito do trocadilho* do nome – arrecadando ALTAS GRANAS no processo.

Sucesso total.

Quanto a mim, agora que eu lavei o rosto e vi no espelho ISTO, tive a certeza de que poderia ir até a academia e erguer 300 quilos no supino. Ou enterrar na cara do Anderson Varejão. SEMEAR SETE VIRGENS AO SOM DE SOUL COM WAH-WAH. Caçar um RATO e comer CRU. Construir uma IGREJA. Fazer um solo de bateria de doze minutos.

Até agora só tentei o último.


(*) Ainda junta-se outra mania australiana: a de reduzir todas as palavras possíveis, de uma forma de dar inveja ao gaúcho que usa BERMA pra andar de BICI indo pra REDENÇA tomar um CHIMAS. “Mo” é como eles abreviam “moustache”.

a merry crew beneath the setting sun

2009 Novembro 16
por Leandro CP

Botei no Picasa todas as fotos que bati ontem no Sculpture By The Sea, excelente exposição de arte anual que é instalada entre as praias de Bondi e Bronte. Vale a pena dar uma olhada, tem coisa boa.

a/c orçamento participativo

2009 Novembro 11
por Leandro CP

Como comentei na matéria da Mirella, uma das coisas que eu acho sensacionais aqui é a transparência da administração pública. Então, quando apareceu esse panfleto no correio de casa, eu achei que seria interessante conferir como isso funcionaria. Tratava-se de um fórum comunitário pra informar os habitantes da minha região sobre o que está sendo feito e o que está pra acontecer (nos aspectos mais diversos), e ouvir comentários da população. Aconteceu nessa segunda-feira, e eu fui.

Talvez seja bom antes explicar esse conceito de community. A divisão territorial/administrativa é diferente aqui. Existe a prefeita Clover Moore, que gerencia a City of Sydney – algo que só engloba os bairros mais centrais, numa distância de alguns poucos quilômetros por volta do CBD, ou “distrito central de negócios”, que fica no norte dessa demarcação. Nem sei como se centraliza o governo de todos os outros bairros da Grande Sydney (note que nesse mapa o CBD é apenas do tamanho daquele ponto vermelho mesmo).

Aí, no que diz respeito aos “planos de ação local” (LAPs), esses bairros da city são agrupados em regiões, cada uma com seu conselho que responde à prefeitura. A minha região, ou community, é chamada City East e engloba Darlinghurst (bairro onde moro), East Sydney (onde trabalho, embora sejam apenas 4 quadras de distância), mais Potts Point, Kings Cross, Woolloomooloo, Rushcutters Bay e Elizabeth Bay. Então foram somente essas as áreas abordadas nessa reunião.

Já achei trimassa que eles ofereciam uma van pegando um pessoal na rua atrás de onde eu trabalho, pra levar pro local do fórum, que seria a umas quinze quadras dali. Como os mais velhos curtem muito essas oportunidades de esbravejar sem ser com uma nuvem, essa mordomia vem a calhar. E eu aproveitei, por que não?

A van chegou lá com não mais que oito pessoas, entre as quais eu era o único abaixo dos 50 anos. Entramos no local, e a primeira fase do encontro, das 18:00 às 18:45, seria destinado à vazão de quaisquer insatisfações ou à busca de esclarecimentos entre população e representantes de todos departamentos administrativos possíveis. Eu achava que isso se daria em forma de plateia pedindo a palavra, mas não. Os representantes se dispunham em mesas contornando a sala, e o pessoal sentava na frente pro TÊTE-À-TÊTE mesmo, como numa exposição ou CONSELHO DE CLASSE (ref. Pastor Dohms). Esse formato certamente reduz a parcela de MIMIMI que sobra pra depois.

Enquanto isso, numa sala adjacente, foram servidos deliciosos quitutes e acepipes, com chá, café, água e suco também. Eu que não estava ali pra falar com ninguém, mas apenas para observar, mandei ver num sanduíche e um WRAP, lavando com um suquinho de laranja esperto. Fiquei lendo um livreto excelente explicando o LAP da região.

Terminado esse período, começaram as apresentações em si. As cadeiras foram espalhadas e a plateia, que havia crescido aos poucos desde o início da função, se sentou em frente ao púlpito e telão. Calculo uns cem, cento e poucos presentes. Não sei como acertaram tanto no tamanho da sala.

A prefeita tomou a palavra, fez breve introdução e falou sobre o andamento das medidas estabelecidas pelo plano de sustentabilidade Sydney 2030. Não demorou muito, e passou a bola pra uma outra representante – uma oradora muito boa, por sinal – que foi logo abordando as questões mais críticas que a maioria dos presentes queria ouvir.

Seriam os problemas relacionados a Kings Cross, que é o inferninho de Sydney, com dúzias e dúzias de boates, bares, pubs, puteiros, strip clubs e tudo mais. Todo final de semana é um atrolho BÁRBARO durante as noites, e pra quem ousa MORAR ali isso gera vários problemas difíceis de consertar. Acreditem se quiserem, poluição sonora dos estabelecimentos em si NÃO é um. Veículos barulhentos – ou por som alto ou por alterações ilegais – eram a maior reclamação. Estão agora experimentando fechar o acesso a certas ruas secundárias. Outros estresses vêm do consumo excessivo de álcool; gente fora da casinha berrando, fazendo sujeira ou brigando. Entrou em vigor um congelamento de um ano na concessão de novas licenças pra vender álcool na área, pra dar uma aliviada. E o outro grande problema é a EVACUAÇÃO dessa galera no fim da noite. Botaram um ponto de táxi mais bombado ali no meio pra ver se melhora. Também há ônibus extra tentando ajudar o pessoal mucho loco a ir pra casa mais rápido.

Mas enfim, nem era meu objetivo entrar nesses detalhes. Depois dessa moça falou um comissário de polícia responsável por essas medidas na área. Depois desses dois discursos, foi aberto espaço pras perguntas, e foi quando foram feitos vááários comentários e sugestões. Nada de muito barraco, mas tomou um certo tempo e forçou os próximos “palestrantes” a se apressarem.

Aí veio um cara apresentar sobre as melhorias recentes na região e o que está planejado. Muito massa essa parte, mostrando nos slides as várias obras prontas lindonas, ou pequenas intervenções de mobiliário urbano, e as previsões (“impressões artísticas”) do que tá pra rolar.

O próximo foi um sujeito responsável pelas ciclovias que estão sendo desenroladas por toda a city. Ele explicou e mostrou como elas vão ser e o que está em construção no momento (vai ter uma na minha rua cruzando a city retão de sul a norte que até me deixou pensando em bicicletas).

Finalmente, outro senhor conclui falando sobre DAs, ou development applications, que é quando alguém dá entrada querendo mudar estruturas significativas ou a proposta de algum lugar, de forma que a rapeize que mora perto tem que ficar sabendo e não discordar. Mostrou algumas alterações completas e os projetos de algumas no futuro próximo, com algumas informações bem diretas sobre o desenrolar de cada processo.

Eu ficava boquiaberto com a eficácia de cada apresentação. Mesmo assim, acabou passando um pouco da hora prevista pra terminar o encontro, pela participação dos habitantes. Mas eu fiquei até o fim com todo o prazer, tri emocionado com as perspectivas apresentadas. A impressão que fica é que política, aqui, é uma coisa mil vezes mais simples do que no Brasil. É mais fácil que jogar SIM CITY. A galera paga os impostos, tu pergunta pra eles “QUI TU QUÉ”, eles te dizem, tu vai lá e FAZ, depois MOSTRA, aí pergunta “TÁ BOM ASSIM?”, e depois “ok, e agora?”. Sifuder.

Recomendo clicar em todos os links que espalhei pelo texto – não quis inserir imagens pro post não ficar maior ainda. Esse é o site da prefeitura, fácil de navegar e com MUITA informação pra que os interessados se aprofundem. Por exemplo, esse link com bons dados estatísticos: Community Atlas.

the funk of 40 thousand years

2009 Novembro 2
por Leandro CP

Fotos do Halloween 2009 no Picasa.

halloween

sábado

É de se destacar a frase “thank you for licking my face”. Dica: não foi pra mim.

o poder da grobo

2009 Novembro 2
por Leandro CP

Está no ar, na Globo.com, uma matéria que a Mirella fez sobre morar na Austrália, partindo das respostas deste que vos tecla.

clipping

Acho que ficou bem legal. Leia clicando aqui.

i raise my glass to the memories we had

2009 Outubro 26
por Leandro CP

Como anunciado, o show da quinta passada foi uma reedição da visita de Kris Roe em abril passado. Desta vez com a banda completa, seriam tocados os clássicos de outrora, que angariaram tantos fãs em torno da virada do milênio.

Na foto do poster – uma das últimas adições à parede do meu quarto, aliás – eram quatro membros na atual formação dos Ataris. Porém, no palco do The Gaelic surgiu um trio, sem satisfações a respeito. Kris Roe ativava gravações via pedaleira em músicas em que a outra guitarra faria falta, ou pra outros efeitos sonoros, como o pianinho no começo de “IOU One Galaxy”. No baixo, um bom barbudo.

Kris Roe continua sendo o pior roqueiro. Desengonçado, feio e tímido. E canhoto. Mas a gente gosta dele. Mesmo quando ele decide pular na galera no momento mais aleatório e muito de repente, e acaba dando uma bundada bem na na minha cara. Foi mais constrangedor pra ele do que pra mim, porque a plateia ao meu redor prontamente o jogou de volta pro palco, como levantadores de vôlei. O efeito visual foi basicamente como se ele tivesse usado a minha cara como uma cama elástica inclinada em 45 graus. Not particularly cool.

Setlist incluiu: Unopened Letter To The World, So Long Astoria, Summer Wind Was Always Our Song, In This Diary, Boys Of Summer, uma música nova (nada má), 1*15*96, IOU One Galaxy, Takeoffs And Landings, The Hero Dies In This One, San Dimas.

Kris voltou sozinho do breve bis pra tocar “Ben Lee”, que é sobre o ódio a um músico australiano de tal nome, nem tão conhecido assim. Ele diz que detesta a música, mas sempre toca aqui – embora eu diria que a plateia nem parece fazer questão. Ele esqueceu a letra e não sabia como começar, então eu dei uma forcinha:

Depois, a última música da noite: “Your Boyfriend Sucks”. :~

Como sempre, tinha algumas outras que eu queria ter ouvido, mas seria pedir demais.

Fotos no Picasa.

como estragar tudo

2009 Outubro 14
por Leandro CP

Fui botar uns tênis pra lavar na máquina, como já tinha feito outras vezes. Tinha seis pares bem sujos; decidi ser prudente (ahã) e botar os três brancos/cinzas antes, e os três coloridos/pretos depois. Isso porque lembrei que meu Adidas vermelho tinha manchado detalhes brancos em outros tênis outra vez. Achei que aquilo só tinha acontecido porque era primeira vez, mas enfim.

Não lembrava o ajuste indicado da máquina, chutei uma água quente (90 graus) pros brancos, e não houve problema. Na hora dos coloridos, fiquei meio CABREIRO e baixei pra 60.

Faltando ainda uma hora pro fim do ciclo, dei uma espiada pra dentro da portinhola. Vi de relance uma SOLA perdida e previ o caos. Esperei a próxima CENTRIFUGAGEM acabar e cancelo o processo.

O supracitado Adidas vermelho, de modelo GAZELLE, que eu tinha herdado (ou roubado) do meu irmão há muitos anos, encontrava-se completamente DEBULHADO da seguinte forma:

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Impressionante. Até lembrei dos Mamonas Assassinas. Mas por esse tênis eu até que não me senti tão mal, porque cumpriu seu papel por muito tempo, e o calcanhar já tava CARCUMIDO a um nível que tava ficando difícil de disfarçar. O problema, pensei eu, seria o destino dos outros dois pares, bem mais novos (acho que nenhum tinha mais de um ano).

Um deles era um verde. Já fui pensando “hm, verde com vermelho dá o quê mesmo? Marrom?”. Na mosca:

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Que merda. Esse era bastante novo, e ainda paguei 80 dólares, o que não é barato.

Restava o Puma, o fiel, versátil e confortável Puma preto que comprei em promoção por 56 pilas, se não me engano, e que eu vinha usando muito. Felizmente esse parece não ter sofrido tanto, apesar do tom levemente rosado que os cadarços ganharam:

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Bora comprar uns tênis novos?