Fotos do Halloween 2009 no Picasa.
É de se destacar a frase “thank you for licking my face”. Dica: não foi pra mim.
Como anunciado, o show da quinta passada foi uma reedição da visita de Kris Roe em abril passado. Desta vez com a banda completa, seriam tocados os clássicos de outrora, que angariaram tantos fãs em torno da virada do milênio.
Na foto do poster – uma das últimas adições à parede do meu quarto, aliás – eram quatro membros na atual formação dos Ataris. Porém, no palco do The Gaelic surgiu um trio, sem satisfações a respeito. Kris Roe ativava gravações via pedaleira em músicas em que a outra guitarra faria falta, ou pra outros efeitos sonoros, como o pianinho no começo de “IOU One Galaxy”. No baixo, um bom barbudo.
Kris Roe continua sendo o pior roqueiro. Desengonçado, feio e tímido. E canhoto. Mas a gente gosta dele. Mesmo quando ele decide pular na galera no momento mais aleatório e muito de repente, e acaba dando uma bundada bem na na minha cara. Foi mais constrangedor pra ele do que pra mim, porque a plateia ao meu redor prontamente o jogou de volta pro palco, como levantadores de vôlei. O efeito visual foi basicamente como se ele tivesse usado a minha cara como uma cama elástica inclinada em 45 graus. Not particularly cool.
Setlist incluiu: Unopened Letter To The World, So Long Astoria, Summer Wind Was Always Our Song, In This Diary, Boys Of Summer, uma música nova (nada má), 1*15*96, IOU One Galaxy, Takeoffs And Landings, The Hero Dies In This One, San Dimas.
Kris voltou sozinho do breve bis pra tocar “Ben Lee”, que é sobre o ódio a um músico australiano de tal nome, nem tão conhecido assim. Ele diz que detesta a música, mas sempre toca aqui – embora eu diria que a plateia nem parece fazer questão. Ele esqueceu a letra e não sabia como começar, então eu dei uma forcinha:
Depois, a última música da noite: “Your Boyfriend Sucks”. :~
Como sempre, tinha algumas outras que eu queria ter ouvido, mas seria pedir demais.
Fotos no Picasa.
Fui botar uns tênis pra lavar na máquina, como já tinha feito outras vezes. Tinha seis pares bem sujos; decidi ser prudente (ahã) e botar os três brancos/cinzas antes, e os três coloridos/pretos depois. Isso porque lembrei que meu Adidas vermelho tinha manchado detalhes brancos em outros tênis outra vez. Achei que aquilo só tinha acontecido porque era primeira vez, mas enfim.
Não lembrava o ajuste indicado da máquina, chutei uma água quente (90 graus) pros brancos, e não houve problema. Na hora dos coloridos, fiquei meio CABREIRO e baixei pra 60.
Faltando ainda uma hora pro fim do ciclo, dei uma espiada pra dentro da portinhola. Vi de relance uma SOLA perdida e previ o caos. Esperei a próxima CENTRIFUGAGEM acabar e cancelo o processo.
O supracitado Adidas vermelho, de modelo GAZELLE, que eu tinha herdado (ou roubado) do meu irmão há muitos anos, encontrava-se completamente DEBULHADO da seguinte forma:
Impressionante. Até lembrei dos Mamonas Assassinas. Mas por esse tênis eu até que não me senti tão mal, porque cumpriu seu papel por muito tempo, e o calcanhar já tava CARCUMIDO a um nível que tava ficando difícil de disfarçar. O problema, pensei eu, seria o destino dos outros dois pares, bem mais novos (acho que nenhum tinha mais de um ano).
Um deles era um verde. Já fui pensando “hm, verde com vermelho dá o quê mesmo? Marrom?”. Na mosca:
Que merda. Esse era bastante novo, e ainda paguei 80 dólares, o que não é barato.
Restava o Puma, o fiel, versátil e confortável Puma preto que comprei em promoção por 56 pilas, se não me engano, e que eu vinha usando muito. Felizmente esse parece não ter sofrido tanto, apesar do tom levemente rosado que os cadarços ganharam:
Bora comprar uns tênis novos?
I’ve decided to write this post because I couldn’t find any clear information about the Mensa supervised test before taking it. I don’t know if it’s a confidentiality thing, but if it is, they certainly forgot to mention it to me, so my conscience is clear! Hopefully I’ll be satiating someone else’s curiosity next time they look this up on Google. The unimaginative post title reflects that purpose. :]
Darwin. As fotos vão esperar mais uns dias porque a internet lá de casa tá com a velocidade reduzida até virar o mês no dia 12.
Foi uma boa pausa – não uso a palavra descanso porque, sabem como é, bebe-se muito e dorme-se pouco.
Pra uma cidade em que não se deve entrar no mar, eu passei muito tempo dentro d’água. Não tem muita opção quando é tão quente e úmido. Meu albergue tinha piscina, o albergue das gurias tinha piscina, fomos na piscina de ondas num dia, numa outra piscina pública no outro… E no dia restante, segunda-feira, fiz um passeio em excursão até o Litchfield National Park – cujas maiores atrações são as piscinas naturais e cachoeiras.
Pena que esse passeio foi meia-boca. Acho que escolhi mal a operadora, mas era a única que fazia a excursão na segunda-feira, dia que escolhi como o ideal entre os quatro que eu tinha. Era um bus de dois andares cheio de velhos. Não falei com ninguém o dia inteiro. Saímos às 7:15 da matina, mas só deu pra finalmente cair na água às 13:30, embora o parque nem fosse tão longe da cidade. Ficamos nessa mesma lagoa por uma hora e meia, e foi só isso de natação. Os outros pontos a gente só ficou olhando de longe. Palha.
As única atrações que tive tempo de ver em Darwin mesmo (sem sair da cidade) foram o museu e o BRIQUE de Mindil Beach.
O museu eu menosprezei: cheguei lá só meia horinha antes de fechar (e ainda fui corrido dez minutos antes da hora, que ódio disso). Vi coisas legais com pressa e mesmo assim nem consegui chegar perto de certas sessões.
Já Mindil Beach é a única praia em que tu atééé meeeio que pode entrar no mar, mas ainda há risco, então ninguém entra. Mas nas quintas e domingos, na beira da praia, montam barracas com todo tipo de artesanato, e também de comida. É bem popular e rola um belo pôr-do-sol. O melhor era uma banda, digo, uma DUPLA fazendo um som muito louco; um cara mandando ver em 4 ou 5 didgeridoos (um equivalente de aborígene australiano ao BERRANTE, pra quem não sabe) ao mesmo tempo, ligados nuns PEDAIS, e um baterista FODEROSO, com um kit gritantemente heterodoxo, que ainda achava coordenação pra ativar uns efeitos sonoros eletrônicos via pedais. Em alguns momentos tinha um certo TEOR de HIPPIE do PSY no ar, mas não exatamente no SOM.
Falando em aborígene, outra nota é que, rapaz, como tem aborígene em Darwin. E, rapaz, me desculpa, mas QUE POVINHO BEM FEIO. Pronto, falei.
Em Darwin também é difícil de escapar do sol, e acabei até pegando uma cor sem querer querendo.
Última observação desconexa: ao contrário do que eu imaginei, tudo é um pouco mais CARO em Darwin. Não entendi.
Passei quase o tempo todo com a Gemma, e com a amiga dela, a Mel. Conheci essas duas há alguns meses. Elas acabam de se mudar pra lá, meio aleatoriamente, pra descolar uns empregos e ver o que acontece.
Voltar não foi legal.
Ainda mais com o frio que anda fazendo por aqui.
Segunda que vem é feriado aqui, Dia do Trabalho. Há tempo tive a ideia de tirar uns dias de folga ao redor da data pra conhecer algum lugar novo. Depois de muito pesquisar destinos e achar todos os voos meio caros demais, quase desisti. Coisa de duas semanas atrás, recebi refrescante encorajamento pra visitar Darwin, que na verdade era o destino inicial, lá quando o plano ainda era viajar com a Paty (datas não encaixaram). Duas amigas se mudaram pra lá essa semana e disseram que eu devia ir. Então topei.
Acho que nem tem muito o que fazer em Darwin. Apesar de ser a capital do Northern Territory, é uma cidade relativamente pequena e de VIBE interiorana. Mas sem problemas: o plano é justamente relaxar/não fazer nada. Confio exclusivamente no calorão pra me entreter e justificar o deslocamento (nenhuma mínima abaixo dos 26 graus prevista, nem à noite). Na maioria das praias ao redor de Darwin nadar é proibido por excesso de CROCODILOS – e caravelas também, do tipo MÃE D’ÁGUA FATAL, não a navegação -, mas o albergue tem piscina, e isso já me serve. Sem falar que albergue é sempre do caralho.
Volto na terça. Desejo-me sorte, tranquilidade e um pouco de LUXÚRIA SUADA pra dar o brilho.
Os únicos discos que meu Playstation 3 rodou até agora são: GTA 4, Watchmen, Rambo e My Bloody Valentine. Ou seja, acho vi mais sangue do que eu tinha visto nos últimos três anos. Hsjhsgs. Menção honrosa pra Rambo (o último filme da série), que conta com os projéteis mais devastadores que a indústria cinematográfica já teve a ousadia de exibir. Calibre humilde não existe em Burma.
O My Bloody Valentine é uma bomba que eu só aluguei por que era em 3D. Vinha CUZ OCLINHU e tudo. Pensei “bah, que busca, ver filme em 3D em casa”. E o efeito não ficou ruim, de fato. Mas o filme em si – um remake de um “clássico do horror” de 1981 – não vale nada.
Essa locadora a que me afiliei, Civic Video, é bem boa. O preço normal parece meio caro, mas eles têm belas promoções no decorrer da semana (ou pra locações múltiplas). Às terças-feiras, QUALQUER filme sai por $2,50. Aluguei Watchmen. Aí fui devolver na saída do trabalho ontem, já sabendo da outra promoção: quartas, entre 16 e 18h, “happy hour” com qualquer filme a $3. Então escolhi os outros dois citados – pois a maior parte do acervo blu-ray eu já vi ou tenho no computador, aguardando. E aí, pra minha surpresa, me entregaram um cupom que posso usar a qualquer momento da próxima semana pra pegar qualquer filme, novamente, por 3 pilas. Ótima estratégia. Assim vão me prender num loop infinito de locações.
Pois então, comprei um Playstation 3 semana passada. Tinha feito encomenda com a JB Hi-Fi pra pegar no dia mundial de lançamento do novo modelo, que eu vinha aguardando por alguns meses: 3 de setembro. Surpreenderam me ligando na manhã do dia 2 dizendo que o console já estava lá esperando. Fui buscar no horário de almoço. Considerando ainda o fuso horário daqui, deve ser seguro dizer que estive entre os primeiros TERRÁQUEOS a comprar e levar pra casa um exemplar “slim”.
Agora que dei enter e o leitor teve tempo de dizer “GRANDES MERDA” com todo o gosto (e toda a razão), posso prosseguir com as primeiras impressões.
A primeira seria botar uma vírgula depois do “slim”. Como quem diz SLIM, VÍRGULA! Os números de redução de dimensões e peso em relação ao TARUGO original todos giram em torno de um terço. Pois isso soa mais considerável do que é: o novo modelo é menor, mas continua bem grandinho. Nem se compara com a DIETA a que foi submetido o Playstation 2, quando era ele no topo da CADEIA.
Mas nada disso importa quando tu liga a belezinha via cabo HDMI numa televisão full HD. Que coisa linda. Aliás, AGORA SIM que eu tenho uma tevê full HD, porque nada antes tinha feito pleno proveito de tal capacidade.
A instalação e o setup inicial são bem simples e AMIGÁVEIS. E entrar no mundo dos VIDEOGAMES QUE USAM A INTERNET foi marcante. Se meu laptop já não estivesse ligado na tevê, eu poderia navegar normalmente através do aparelho. Digo, tão normalmente quanto possível sem mouse ou teclado.
Logo de cara me cadastrei na Playstation Network, que gratuitamente permite, através da conexão wireless, jogar online ou baixar conteúdo e demos jogáveis. Falando em wireless, controle sem fio também é bom demais, hein?
O pacote que comprei por $494 vinha com o cabo HDMI e o jogo Assassins Creed (que ainda nem abri). Adicionei o famigerado GTA IV à cesta, por razoáveis 59 dólares. Vários dos outros jogos que cobiço ficam acima dos 100 mangos, chegando a 120, o que é meio baixo astral, mas vâmo lá. Como são quase todos do gênero action/adventure, vou comprando e terminando um por um, enquanto os preços vão caindo, esper0.
Os gráficos do GTA são tão perfeitos que eu posso imaginar a carnificina do jogo acontecendo quando saio na rua.
Também virei membro de uma locadora pra poder alugar BLU-RAYS. Tô ansioso pra ver um filme no formato, dizem que a diferença impressiona. Descobrirei hoje: acabo de passar ali e alugar WATCHMEN pra inaugurar.








