perdi (de novo)

2010 fevereiro 4
por Leandro CP

Voltei agora de um casting pra um comercial de DORITOS que vai ao ar na Nova Zelândia.

A agência me chamou ontem. Mesmo sendo no meio da tarde de trabalho, eu aceitei. Achei que dava pra caminhar até lá e voltar durante a pausa pra almoço, pois seria um teste de cinco minutinhos. E dava.

Cheguei e preenchi um formulário, como de costume. ÚLTIMA pergunta: vai estar disponível para a gravação na semana do dia 22 de fevereiro?

FUÉÉÉIM.

Disse pra mulher que eu estaria no exterior e ela confirmou que nesse caso nem adiantava fazer o teste. Lamentou pelo tempo perdido, mas era isso.

E OLHA, embora eu não possa dar detalhes sobre o script, tô pra dizer que é difícil imaginar um comercial mais perfeito pra mim do que esse. Ok, vou revelar o seguinte: procuravam alguém pra falar com sotaque tosco de BRASILEIRO sobre o sabor CHURRASCO e pagar um vale no final com uma DANCINHA.

Tava na mão.

out of order

2010 fevereiro 2
por Leandro CP

Algumas das trocentas bandas que tocarão em Sydney durante os 17 dias que estou prestes a passar no Brasil – e nos 3 dias seguintes, em que estarei todo GUENZO:

  • Sunny Day Real Estate
  • The Killers
  • My Chemical Romance
  • The Get Up Kids
  • Gossip
  • Friendly Fires
  • Faith No More
  • Paramore
  • Placebo
  • Franz Ferdinand
  • The Cribs
  • Jane’s Addiction
  • Taking Back Sunday
  • Reel Big Fish
  • Prodigy
  • Yo La Tengo
  • AC/DC
  • Pavement
  • Phoenix
  • GEORGE MICHAEL
  • TOM JONES

Bonus track – shows marcados pra março aos quais não irei:

  • Pixies
  • Massive Attack
  • The Dead Weather
  • Gogol Bordello
  • Matisyahu
  • The Used
  • Brand New
  • La Roux
  • BACKSTREET BOYS
  • LADY GAGA
  • HUEY LEWIS AND THE NEWS

no country for vegan men

2010 janeiro 22
por Leandro CP

Banner pro site OFICIAL do Australia Day, o feriado mais patriota da Austrália, todo dia 26 de janeiro. Bom país.

Em notícias relacionadas, essa será também a data de nascimento do meu primeiro sobrinho, o Bernardo!

Desejo um bom final de semana pro meu irmão, já que vai ser o último sem filhos. Aproveita. E pra Glaucia, FORÇA!

facetas

2010 janeiro 13
por Leandro CP

Tem um Leandro que quer morar um loft novinho em folha, mudérrno, com todas as últimas tecnologias, uma garagem com um carrinho parceiro ou ao menos uma VESPA.

Tem um Leandro que pensa em vender todos os pertences e arranjar um moquifo na beira de uma praia pacata e bonita, quase alheio ao que acontece no mundo, descalço o ano inteiro.

Tem um Leandro que também venderia todos os pertences, mas preferiria partir em alguma espécie de campervan ou motorhome e viajar, viajar, viajar. Dirigir sem rumo e sem parar.

Não era pra ser mais fácil ter um sonho?

da série ideias pra cove*

2010 janeiro 12
por Leandro CP

(*Cove, pra quem não sabe, é a CAMISETARIA Made in Fabico fundada e tocada pelo honorável Elvis)

à natureza cíclica das coisas (abuso)

2010 janeiro 6
por Leandro CP

kob kun kop

2010 janeiro 4
por Leandro CP

Voei para Phuket tendo em mente conselhos de sair de lá o quanto antes. Sleazy, seedy, dodgy eram os adjetivos mais usados, dando a ideia de um lugar decadente, sujismundo, BAGACEIRO e/ou TRAIÇOEIRO. Planejei passar apenas a noite do dia 19 lá e seguir para Koh Phi Phi no dia seguinte. Meu voo atrasou e eu só cheguei no hotel, em Kata, perto da meia-noite. Fui dar uma volta na redondeza e os barzinhos realmente deram uma má primeira impressão. Hordas de tailandesas se atirando, enchendo o saco com vozes anasaladas e inglês tosco. Logo voltei pra frente do hotel e tomei umas cervejas com uns backpackers que sentavam ali, isolados.

Apesar da primeira noite fraca, achei que apenas DORMIR em Phuket seria exagero, então decidi passar uma noite a mais pra ao menos poder dizer que conferi. Mas o hotel em que eu estava não teria mais vaga pelo mesmo preço, então atravessei a rua e peguei um quarto ainda melhor e ainda mais barato.

Na verdade o quarto da primeira noite, a 900 baht (cerca de 30 dólares), revelaria-se a diária mais cara de toda minha passagem pela Tailândia. Eu estou acostumado com albergues, quartos com beliches, 4, 6, 8 camas, divididos com estranhos. Fui pra lá pensando que não seria diferente, levando minha própria toalha (item mais polpudo da bagagem, que acabou nem sendo usado), mas a acomodação na Tailândia é tão barata que isso acaba sendo raridade. Pagando o mesmo ou menos do que uma cama na Austrália, o viajante solitário consegue pra si um quarto inteiro com cama de casal e banheiro. Sempre nesse formato, de quarto em quarto eu paguei: 900 – 600 – 700 – 650 – 500 – 400 – 600 – 700. Há sempre a variação fan room vs a/c room. A primeira tem um ventilador de teto e banho de água fria; a segunda, por um pouco mais, tem condicionador de ar, às vezes acompanhado de água quente. Ar condicionado me incomoda durante a noite, e água quente, acredite, não faz falta nenhuma naquele calor. Então eu sempre PREFERI a opção fan room.

Acho que a noite extra valeu. A praia de Kata, que visitei no dia seguinte, foi a primeira de tantas praias bonitas que eu veria nessas férias, e fez cair a ficha de que eu estava mesmo na Tailândia. Na noite daquele domingo, fui à praia mais movimentada – Patong – pra conferir a bizarria. No Rock City, espécie de OPINIÃO local (ostentando um KING KONG no fundo do palco que deixava tudo com um toque de CENÁRIO DE GUITAR HERO), vi duas bandas cover antes de me meter numa BOATE que não valeu muito a pena. Na saideira, passei no McDonald’s e desbravei um DOUBLE BIG MAC: quatro bifes.

No dia 21, fui pra Koh Phi Phi. Assim que a balsa atracou, caiu uma chuvarada que achei agradável. Que eu me lembre, foi a única vez que choveu durante toda viagem. Ensopado, com o mochilão nas costas e a mochila no peito, comecei a procurar acomodação. Minha primeira opção não tinha vaga, mas não foi difícil encontrar outra. Acabei num bangalô bem roots, onde conheci o pessoal com o qual mais me aproximaria. Ingleses. Usando a velha GENERALIZAÇÃO DE DOIS pra juntar essa experiência com a de Fiji, eu diria que os britânicos são os viajantes mais camaradas.

Koh Phi Phi, how can I explain it? Grande lugar, meu favorito em toda a viagem. Uma ilha pequena onde carros não chegam – e isso faz muita diferença. Gente de todo canto, praias lindas, festas fortes durante a noite, ruelas com muitas e muitas opções de comida a preços ridículos. É difícil não gostar. Também e de lá que se chega à deslumbrante Koh Phi Phi Leh, ilha menor ao sul onde foi filmada parte do longa A Praia – um item importante no meu checklist.

Foi lá que passei o Natal, e não foi ruim. É verdade que, na turma, eu era o único que dava bola pra VÉSPERA de Natal, mas todos saímos pra jantar mesmo assim. Mais tarde, na festa, eles até fizeram contagem regressiva pra meia-noite e só então nos felicitamos, hehe. Na noite do dia 25, aí sim, desembolsamos um pouco mais pra comer uma ceia que um restaurante oferecia. Porções mirradas, mas pelo menos deu pra sentir o gostinho de peru (noffa!).

Depois de cinco noites, no dia 26 peguei meu voo de Krabi, no litoral, até Koh Samui, do outro lado da península. Um avião com HÉLICES em vez de turbinas, mas normal fora isso. Em Koh Samui, escolhi ficar em Chaweng, que é a praia mais movimentada. Foi a primeira vez que eu sofri pra achar um quarto disponível, mas achei, e por um bom preço. Acho que Chaweng não foi uma boa escolha. Parecia com Phuket: todos os vendedores e massagistas irritantes, os carros, a bagunça, o fedor (OH, O FEDOR. Focos de fedor de esgoto assolam o país inteiro, é meio trash. Depois de uma semana comendo a comida local, teu EXCREMENTO começa a ter exatamente o mesmo cheiro, aí tu entende). A vida noturna era forte, mas não de um jeito legal. Pessoal meio MARRENTO. Mas foi de Koh Samui que parti para um passeio no Angthong National Park, uma belíssima COLEÇÃO de ilhas ali perto. Andei (?) de caiaque ao redor de uma delas, fiz um pouco de snorkel, nada mal. Lá que saiu essa foto:

Depois de Samui o plano era ir pra Koh Phangan, em preparação pro Ano Novo. Mas tive que mudar os planos, de tanto que ouvi “ih, se não tem reserva, pode esquecer”. Em um evento relativamente raro, a lua cheia (que sempre traz a famigerada Full Moon Party) coincidiria com o Ano Novo, e assim eram feitas estimativas tresloucadas de 50 mil pessoas na pequena praia (não sei se chegou a tanto ou não). E assim, meu plano de “flexibilidade espontânea” me mordeu no traseiro. De leve.

Eis que no dia 28 eu tomei o rumo de Koh Tao. Uma ilha bem mais relax, que tem a fama de ser paraíso do mergulho. Nas ilhas do Golfo da Tailândia, se faz a analogia que Samui é o irmão mais velho, Phangan é o do meio e Tao é o menor. Isso se refere não só ao tamanho das ilhas, mas principalmente ao tempo desde começaram a ser exploradas e, consequentemente, o nível de desenvolvimento que alcançaram até agora. Koh Tao até que tem carros, mas ao menos as estradas ficam mais afastadas da praia e de onde os resorts se instalam. Novamente tive que ZANZAR um pouco pra achar quarto, mas distâncias curtas. Passei três boas noites lá e fiz mais snorkelling (que nem foi tão impressionante quanto esperado).

Pensei em ficar em Koh Tao, pegar um barco pra Full Moon Party em Koh Phangan e voltar pela manhã. Mas as opções de transporte pra sair de Koh Tao e chegar no meu voo na noite do dia 2, lá em Phuket, seriam mais limitadas – eu teria que partir na noite do dia primeiro. Então decidi que o norte de Samui seria uma escolha mais prática. Fiz uma reserva por telefone pra garantir e no dia 31 fiz o check in em Bo Phut. É uma praia beeem mais tranquila que Chaweng, e acho que foi o ideal considerando que seria um local de recuperação.

Com algum molejo, consegui meu lugar num barco para a Full Moon Party (teoricamente já estavam todos lotados), e cheguei lá por volta das 21:30. De fato, todas as pessoas que conheci desde o primeiro dia em solo tailandês pareciam estar lá, e finalmente reencontrei o pessoal que tinha conhecido em Phi Phi.

Que circo. Uma festa e tanto, de fato, no que se refere a beach parties. Como uma “countdown party” meio que fracassou, pois contagem regressiva não houve, apenas fogos de artifício que de súbito começaram a estourar – e um pouco ANTES da meia-noite, que eu saiba. Meio que arruinou minha SUPERSTIÇÃO DO PÉ DIREITO, mas tudo bem. Meu EU-JOVEM veio à tona e acabei ficando lá até umas 8:30 da manhã, apesar de ter me perdido do pessoal horas antes. É que tinha uma “pista” de drum’n’bass que tava foda.

Na hora de voltar pra Samui, tomei um previsível tufo no custo da travessia. Cheguei num pier diferente, ainda precisei de um táxi até Bo Phut. Lembro que no táxi eram 9:47. Caminhando até a pousada, parei pra pedir um café-da-manhã, que deve ter sido o mais demorado de todos os tempos. Resumo da ópera: devo ter ido dormir lá pelas onze da manhã.

Acordei perto das 17h e fui pra praia pedir uma massagem tailandesa, finalmente. Chamei na PACKAGE MASSAGE, um combo de DUAS HORAS de duração. Não gostei. A tia tinha dedos de aço, que adoravam insistir em músculos que me causavam dor e friccionar os pelos da minha panturrilha. Enfim, me divirto muito mais com massagens AMADORAS. Acho que o BEM-QUERER é um componente importante no ato. Heh.

Depois da massagem, a última noite foi de descanso, até porque não tinha muito acontecendo em Bo Phut. Na manhã seguinte fui pego na pousada no início de uma longa jornada até Phuket, que incluiu diversos meios de transporte, um mais decepcionante que o outro. Pro trecho maior, esperávamos uma viagem de ônibus, mas terminamos sendo levados numa van (parte ok) que continha no mínimo duas pessoas a mais (parte não-ok). Eu, que ia saltar primeiro, entrei por último e SIDEIMAL. Mas nada traumático, o importante é que o atraso foi pouco e eu cheguei no aeroporto com tempo de sobra. Isto é, fui largado no caminho, no ponto mais próximo ao aeroporto: ainda faltavam 5 quilômetros e a aventura não estava encerrada.

Um tiozinho me abordou perguntando se eu queria carona pro aeroporto na VESPA dele. Perguntei se era possível, carregando uma mochila considerável de cada lado como eu fazia, ele disse que não tinha problema. Pediu 100 baht, ofereci 50 porque era logo ali, fechamos em 60 (normal). Fiquei satisfeito, não só porque o motorista da van cobrava 300, mas também porque desse jeito eu ainda marcaria uma caixinha a mais: andar de moto.

Pois no que parte a motoca, eu, atrás do homem, começo a sentir um cheiro de MANGUAÇA. “PRONTO. Puta que me pariu, esse tiozinho tá encachaçado, essa merda vai tombar e eu vou esfolar minhas pernas até o osso”. Vi tudo. Foram cinco minutos deveras TENSOS, mas o cheiro se dissipou, o tio manobrou sem percalços, e cheguei lá inteiro.

Matei o tempo num VIP lounge DE PAGAR (pra qualquer passageiro) que valeu muito a pena, e meu voo partiu e chegou no horário marcado. Great success.

As fotos já estão TODAS no Picasa, e também há o seguinte vídeo com tudo que CAPTUREI durante as duas semanas:

Comi bem pra caralho, me embriaguei com ESMERO, conheci gente trimassa, tomei um torrão e fiquei fantasiando sobre uma vida mais hippie. Tá de bom tamanho. Certamente voltarei.

Foda é Sydney me recepcionando com esse tempo TODO CAGADO. Como se voltar pro escritório depois de uma experiência dessas não fosse dolorido o suficiente.

lately

2009 dezembro 18
por Leandro CP

Teve show do Green Day sexta passada e foi trimmmassa. Grande ESPETÁCULO DE SOM E LUZ. Por algum motivo não imaginava que essa banda seria tão boa assim no MANUSEIO de uma arena cheia. Mas tão sabendo muito. Vida longa a Billie Joe. E a Mike Dirnt e Tré Cool também. Aliás, consegui pegar uma baqueta assinada do TRÉ no final, aplicando técnicas de rebote que aprendi com DENNIS RODMAN. Na verdade eu acho que a assinatura é “impressa”, é uma Zildjian Artist Series. Mas enfim. Um cara me ofereceu 50 dólares por ela, but I said no, no, no.

Quem abriu foi o Jet, o que eu não sabia até o dia do show, boa surpresa. Show curto, direto e reto.

Fotos da noite no Picasa como de costume, e também montei um videozinho tosco de melhores momentos:

Na semana anterior, dia 5, eu fui ver Mono de novo (a primeira vez foi em agosto de 2007, no mesmo Manning Bar). E é curioso como shows podem ser experiências completamente opostas e mesmo assim igualmente recompensadoras. Comparando com Green Day, quero dizer. Os caras da Mono vão ali, montam seus próprios instrumentos, tocam sentadinhos à meia-luz com guitarras TODAFIADASPUTA, e sai algo belíssimo e comovente. O único “luxo” era o GONGO do baterista, que foi atingido exatamente UMA vez na noite.

Um ótimo bônus foi a primeira banda de abertura, um trio chamado The Dead Sea. Tentarei acompanhar.

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Quanto ao resto dessa VIDALÔKA, tá tudo bem. Melhor ainda a partir de amanhã, quando vou pra Tailândia por duas semanas. Peguei emprestado o mochilão do Titanic (valeo) e vou improvisar afu. Digo, já sei a rota que quero seguir, e tenho um voo doméstico comprado de Krabi a Ko Samui no dia 26, mas nada de acomodação reservada. Quero ter a flexibilidade pra poder acompanhar boas pessoas que eu porventura conhecer no caminho. Espero que a ideia não ME MORDA NO TRASEIRO. Afinal, é altíssima temporada, e é bem possível que eu termine peregrinando pra achar vaga, em alguns lugares. Se for o caso, azar. “Tudo que acontece é bom”. Exceto se meter com travecos (estou ciente).

Vai ser estranho no Natal: pela primeira vez vou passar a data sem nem amigos (de verdade) por perto. Também deixarei o celular em Sydney, então nem vai rolar aquele alô. Mas estarei pensando na rapeize, sintam A VIBE. Feliz Natal aê.

E valeu, COSMOS, por mais um ano bom. Obrigado a todos os envolvidos.

Soa batido, mas TODO MUNDO tá sentindo que 2010 vai ser excelente – inclusive eu. Vamo que vamo. Até lá.

that’s how it ends

2009 dezembro 2
por Leandro CP

From: Moça estonteante
Sent: Tuesday, 1 December 2009 3:36 PM
To: Apenas um rapaz latino-americano de bigode

Cool bananas.
I sneakily and very naughtily have one earphone in listening to my ipod. Oh so rebellious!
While you are bludging-maybe you should look up The XX

Apenas um rapaz latino-americano de bigode
01/12/2009 03:53 PM
To: Moça estonteante

Oh yeah, I will.
You have another iPod? Lol. Well I have two as well actually.

That reminds me of another funny bit Friday night. Not sure if you’ll remember but we sat down near the NSW Library and your iPod fell off your purse (or maybe you threw it out, I’m not sure).
I was like “heyyy your iPod” and you were like “SO WHAAAAT, IT’S JUST AN IPOOOD!”, and I’m like “yeah right”, picked it up and put it in my pocket – as you kept protesting (“NO! IT’S JUST AN IPOD!”).
Then the funny part: you noticed your red OINTMENT TUBE or whatever had fallen as well and you jumped at it, going like “OH, MY OINTMENT!”.
Hahsahgdhj.

Sent: Tuesday, 1 December 2009 3:48 PM

Yeah the paw paw stuff is VERY important!!
I was wondering where that ipod had gone!

01/12/2009 04:06 PM

See?? You’re welcome! :P
But I told you that I had it… I SMS’d you the same night when I got home and realised it was still on me.

Excuse my ignorance, but what is that stuff (paw paw) for??

Sent: Tuesday, 1 December 2009 4:03 PM

Its magical-I use it on my lips. But the tube says its good for:
Boils, burns, chafing,cuts,cracked skin,gravel rash,splinters,open wounds, insect bites and nappy rash.
What are you doing tomorrow night after work? I’ll have to grab my ipod off you.

01/12/2009 04:20 PM

But it’s just an Ipoooood! Lol

I think I’ll be free. Wanna grab a quick drink over it? Maybe at that Woolloomooloo pub to make it easier for you?

Sent: Tuesday, 1 December 2009 4:24 PM

I already have a plan in motion..Can you make it to martin place by 6-30pm?

01/12/2009 04:33 PM

Hmm, I don’t think I can.
Wanna grab it another night then?

Sent: Tuesday, 1 December 2009 4:27 PM

Ok, You’re loss. I was going to invite you to a xmas party. Free booze and food.
Another time.

01/12/2009 04:36 PM

Well then invite me.

Sent: Tuesday, 1 December 2009 4:30 PM

I Just did and you said you can’t make it and to get my ipod another time!
Too slow kiddo. Another time.

01/12/2009 04:41 PM

No, you told me you had plans and asked whether I could come to Martin Place to hand it to you. That’s courier work.
If you had invited me, different story.
But I don’t want to be invited just because of an iPod anyways, so nevermind!

I just checked out The xx’s Myspace. Not bad. They have a nice cover version of a song a used to like, “Teardrops”.

Sent: Tuesday, 1 December 2009 4:38 PM

You have the complete wrong impression and I don’t appreciate being told I treated you like a courier. I never said I had plans, I said I had A plan in motion for us. i.e the xmas party.
BUT you’re right-Never mind. Send it to my office please.

01/12/2009 04:48 PM

“A plan” and “plans” makes no difference because you never said “for us”.
I’m not sending it to your office, geez. I’ll give it to you personally, don’t worry.

Sent: Tuesday, 1 December 2009 4:43 PM

I don’t think you get what I’m saying, I don’t want you to hand it to me personally now.
Address is below. Thanks

01/12/2009 04:54 PM

That’s not gonna happen. If I’m suddenly so disgusting, tell Glenn that I can meet him and give it to him.

Sent: Tuesday, 1 December 2009 4:48 PM

OK

that’s how it starts

2009 novembro 26
por Leandro CP

Moça estonteante: Hi! I was talking to my husband over there and he went to the toilet so I thought I’d come chat with you since you’re by yourself and because I think you’re cute!
Apenas um rapaz latino-americano de bigode, incrédulo: Why thank you, you’re very cute too. Sorry, did you say that was your husband?
- Husband. Yeah.
- Oh ok…

[Imagino a iminência de um CONVITE PARA THREESOME, mas a conversa prossegue em brandos assuntos introdutórios]

- So is that where you met your husband or…
- Husband?? No, that’s my HOUSEMATE!
- OOOOOH. I heard you say husband! Twice!
- Nooo, no. My housemate. I’m too young for that!
- Well I’m not here to judge…

[Conversa prossegue, agora em OUTRO CLIMA]